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riscos_e_rabiscos

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Oh sorte...!

É karma, praga ou qualquer outra coisa do género! E tinha que ser logo hoje que recebi uma notícia maravilhosa de uma amiga, que até senti uma espécie de remorso quando a minha pior turma que ia na rua em direcção à escola, me viu no autocarro e me fez uma grande festa.

 

Fui dar aulas à minha turma numerosa mas sossegada, interessada, inteligente e participativa. Estava eu já a começar a aula mesmo quendo entra a auxiliar a dizer que me vinha dar uma má notícia. Tinha faltado uma rofessora e eu teria que acolher alguns miúdos de outra turma. agora adivinhem lá de que turma... Exactamente: da minha pior turma!!!! E não foi dois ou três, foram OITO! Posso dizer que a sala ficou a abarrotar e ainda tive que ir buscar uma cadeira a outra sala.

 

Levei a aula toda a mandar calar e a zangar-me, coisa que não se passa com a turma da terça-feira. Na verdade, a energia negativa da turma da segunda-feira é de tal forma intensa que a outra turma que são uns amores, ficaram irreconhecíveis. Uma coisa inexplicável. Passaram de bestiais a bestas. A sério. Eu nem estava a acreditar no que estava a acontecer, pela primeira vez na vida pedi a caderneta do aluno aos miúdos da terça-feira. 

 

Os professores estão cansados, a insolência e indisciplina daqueles miúdos está no auge e, por isso desconfio que na última aula que é já na próxima segunda-feira, vou entregar testes e depois venho com eles para o pátio. É capaz de não ser tão horrível como estar dentro da sala. É um caso a pensar...

Do Meu Ser Sensitiva.

Sou uma pessoa muito sensitiva. Sempre o fui, embora durante algum tempo da minha vida, esta minha "faculdade" se tenha diluído um pouco, como se tivesse adormecido.

 

Quando eu era teenager, em determinada altura, devia andar com esta minha capacidade em full power pois cheguei a um ponto em que as minhas amigas me faziam perguntas sobre certos assuntos e eu dava-lhes as respostas certas, que depois aconteciam mesmo.

 

Depois foi a altura dos sonhos premonitórios. Eu sonhava com aquilo que iria acontecer e acontecia. Ora eu que sou uma medricas de primeira com estas coisas, comecei a ter medo de sonhar e sempre que sonhava com algo preocupante, ficava super ansiosa até ter a certeza que o meu sonho não se cumpriria, que não passava apenas disso.

 

Entretanto comecei com a fase da "sensibilidade às energias" que cada pessoa emana. Dou-vos um exemplo: na pinguinolância, quando para lá entrei, assim que se entrava da porta para dentro, eu era invadida por um bem-estar inexplicável. Sentia-me bem, sem segurança, em conforto. e não era só eu que assim me sentia. No ano seguinte, comecei a sentir-me mal sem pre que lá entrava. Uma coisa esquisita, um mau-estar, um cansaço. Depois percebi porquê: a fonte que nos "contagiava" com a sua energia positiva tinha-se ido embora. Ela era uma Luz que cobria todos com a sua bondade e amor.

 

Com a sua partida, ficaram duas fontes de energia negativíssima, e por isso, começaram os conflitos agravados, o mau-estar entre todos. Eu tive a sorte de não estar lá todos os dias mas sei quem quem lá estava entrou em depressão. Como é possível ser-se tão mau quando se devia era praticar o bem? Nunca entendi.

 

Nesta escola onde estou, sempre me senti bem, sempre me senti em casa, sempre tive aquele sentimento de pertença. Mas este ano a coisa modificou-se. Não me sentia bem, a minha alegria característica não se manifestava e a única coisa que queria era fazer o meu trabalho e sair dali.

 

Descobri a causa: a "estrela". A sua aparência de "não parto um prato" esconde tanta coisa por trás...! E sem eu pedir, procurar ou indagar cairam-me uma série de informações no colo sobre ela. E o pior: confirmaram as minhas suspeitas.

 

Há sempre gente de duas caras e cuja energia é negativa. Nesta escola é esta "estrela" (que está reforçada por outra energia negativa). Ainda bem que não fui só eu que senti e que percebi isto. Confirmei que não era uma mera impressão minha e da qual falava apenas com o meu "Eu".

*Post #1 de esclarecimento ao post "Confirma-se".

Gente incompetente não tem direito a dar bitaites!

Fico danada com certas coisas. Principalmente se vem de gente incompetente, com a mania que sabe fazer melhor que os outros mas cujos resultados são sempre fiascos de enfiar a cabeça debaixo da terra!

 

Há uma pinguim na Pinguinolândia que é assim. É uma sacana de primeira e vale-se de ser parente de quem é para obrigar os outros a "calarem-se". Até a pinguim-mor baixa a bolinha. E eu faço parte do rol que tem de engolir alguns sapos (como ela interromper a minha aula por tudo e por nada, largar sentenças, e roubar-me sempre tempo de aula, prejudicando os miúdos) e ter que fechar a boca em algumas situações. E é se quero trabalhar.

 

Hoje peguei nos meus pequeninos, e fui com eles para uma sala onde há computador, para ensaiar a canção da festa final do ano. A meio do ensaio, aparece-me a tal pinguim a meter o nariz, de resto como é prática corrente, já que ela não se enxerga. E toca a dar bitaites para aqui e para ali e a desconcentrar as crianças. Ela adora fazer isto aos alunos dela quando eu estou a explicar algo muito importante. Mas quando é na aula dela, chama nomes aos miúdos, bate-lhes e dá-lhes castigos... Adiante!

 

Eu já estava a começar a ferver, e decidi levar os miúdos para a sala deles. Por causa das constantes intervenções dela, já não conseguia fazer nada com os putos. Quando iamos a sair, estava a pinguim à porta. Fez questão de parar as crianças para lhe dizer:

 

- Ora digam lá a canção sem a cantar...

 

- Ó pinguim, as crianças são muito pequeninas e não é assim que aprendem inglês... elas aprendem as coisas inseridas num contexto... - disse eu quase a deitar fumo pelas orelhas.

 

- Mas elas têm de entender o que estão a dizer...

 

- E estão, pinguim... elas sabem o que estão a cantar, até porque elas já conhecem a canção desde o início do ano...

 

- Elas assim não vão lá...

 

- Vão sim, pinguim. O inglês tem de ser ensinado como eu faço a crianças tão pequenas... - e peguei na miudahem e arranquei antes que me desse três coisas más e lhe espetasse um unha nos olhos.

 

vim para a sala das crianças e voltei a ensaiar as crianças sem música. Não sei se foi devido ao afastamento da influência negativa daquela pinguim ou não mas que os miúdos depois cantaram tudo certinho, cantaram. 

 

E existe uma coisa chamada Lei do Retorno. E esta pibguim que se prepare porque todas as coisas negativas e invejas que ela têm, vão virar-se contra ela. Ah pois é. Pra ela ninguém presta e nem ninguém faz nada bem como já vos disse. É pena é que ela não tenha espelhos para ver que aquilo em que se mete acaba sempre sair tudo mal porque ela quer fazer mil e uma coisa de uma vez, dando o trabalho aos outros porque ela não faz nada, de forma a ser diferente e original. Sai sempre cagada.

 

Quando eu terminei a aula, vieram dizer-me que ela tinha dito nas minhas costas "ela não vai conseguir...". Grande porca! Ela vai engolir o que disse. E eu sei que ela precisava de ajuda numas coisas para o final do ano e até podia dar-lhe uma mãozinha de boa vontade. Mas achm que merece? EU não acho. Ela que se deixe de estar com os dentes ao sol e de missas extras e coisas do género porque assim resta-lhe mais tempo para outras coisas.

 

É uma desorganizada que não consegue concluir nada a tempo. Mas se formos nós já levamos nas orelhas até mais não. E se ela tivesse uma família, filhos e vida cá fora como os outros? Epá, não há paciência!